Páginas

sábado, 26 de janeiro de 2013

Parque Natural Municipal do Itabira - Cachoeiro de Itapemirim - ES


Distância da sede: 5km
O Parque foi criado em 1988, com o objetivo de resguardar a beleza natural de seus monumentos rochosos, conservar a vegetação natural da Mata Atlântica e as nascentes dos córregos Itabira e Urtiga.
 O Parque Municipal do Itabira além de preservar o patrimônio natural, oferecerá à comunidade cachoeirense e aos visitantes, alternativas de lazer junto à natureza, com visitas guiadas à trilha principal e a contemplação de seus recursos naturais, para melhor compreensão dos processos ecológicos e da importância de sua preservação. O Parque possui cerca de 163 hectares, em que se destaca a Pedra do Itabira com 715 metros de altitude.
Pode se ter acesso ao Parque pela Rodovia 289, que liga Cachoeiro à BR 101 Sul ou pela estrada vicinal não pavimentada, que parte do Bairro São Luiz Gonzaga e segue para a localidade de Itabira.
 
Quatro piscinas de pura água natural,direto da nascente da montanha, localizada na propriedade do Sítio Itabira,um tobo-água em meio as árvores com 10m de comprimento camping com capacidade p/ 100 barracas,dois escorregadores infantis salão para confraternizações e convenções com capacidade para 400 pessoas área para TV, ping pong.
telefones :(0xx 28)3522 - 2209 / 9884 - 1428 / 9919 - 0194
Não aceita cartões de crédito por não haver linha telefônica no sítio.
Aberto de terça a domingo.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Comidas para acampamento 2

Irei agora passar para quem se interessar algumas receitas práticas e rápidas para serem feitas durante expedições.

Arroz Tropeiro

Ferva a água com banha e sal com alho, carne de porco ou linguiça. Quando ferver jogue o arroz e deixe cozinhar. O arroz fica mais bem feito com banha, sal com alho e carne seca (de vaca).
O arroz não deve secar muito, ficando meio mole. Pega um punhado de carne seca e frita com alho e sal. Depois pega umas duas mãos de arroz e cozinha tudo junto.


Arroz a carreteiro

Arroz
linguiça paio
carne seca
cebola
bacon
sal
tomate
molho de tomate

Faz o arroz no modo tradicional e deixe-o reservado na panela.
Em outra panela fervente a linguiça, a carne seca e o bacon, previamente picados.
Depois de levantar fervura, frite-os sem adicionar gordura.
Coloque a cebola e o tomate, acrescente água e o molho de tomate.
Logo após misture o molho com o arroz.

Bolinho de azeitona

1 kg de batata cozida
3 xicaras de trigo
3 xicaras de água
50 gramas de queijo ralado
Azeitonas em conserva, alho, cebola e óleo

Coloque em uma panela 1 colher de óleo, cebola picada e alho picado ou batido.Frite.
Coloque a água e deixe ferver. Coloque o trigo e o queijo ralado, retire do fogo e deixe esfriar. Coloque a batata e mexa bem. Faça as bolinhas e coloque as azeitonas.

Batata recheada com linguiça

10 batatas inglesas grandes
400 gramas de linguiça calabresa
papel laminado ou folha de bananeira

Corte as batatas ao meio e raspe o miolo com uma colher, pique a linguiça e complete o buraco da batata com elas. Feche as batatas e envolva com papel alumínio. ( com a parte brilhante voltada para dentro). Coloque nas brasas de uma fogueira, deixe por aproximadamente 30 a 40 minutos para ela cozinhar, vai depender da intensidade da fogueira.



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Como limpar seu cantil



Para afastar microorganismos indesejáveis de seu cantil, seja ele de modelo mais tradicional ou um moderno cantil flexível, é fundamental ter cuidado com a limpeza e manutenção deste equipamento, um dos mais úteis e utilizados acessórios para atividades ao ar livre. Uma primeira regra é básica: após qualquer atividade, sempre limpe seu cantil, não o guarde com resto de água ou molhado.
A Trilhas & Rumos possui vários modelos de cantis em sua linha de produtos, desde o tradicional cantil Camelo, até o mais moderno cantil Hidrat, cantil flexível que se adapta a vários modelos de mochila da linha Crampon. Seja qual for o modelo, sugerimos que sua limpeza nunca seja feita com detergente, sabão ou qualquer outro produto do gênero, pois além de deixar gosto no material, pode diminuir seu tempo de vida útil.

Recomendamos o uso apenas de água e de escova, sempre lembrando de limpar com mais atenção a boca ou rosca da abertura. Para os modelos de cantis mais tradicionais, estilo camelo ou de garrafa (squeeze), pode ser utilizada uma escova de limpar mamadeira de bebê para a limpeza interna. É indicado, também, utilizar um pouco de água sanitária diluída, lavando bem em água corrente após este procedimento, ou usar uma pastilha de Clorin 1 diluída em um litro de água ou, ainda, hydrosteril, na proporção recomendada pelo fabricante.
Para a higiene do tubo do cantil hidrat, especificamente, parte de mais difícil limpeza, primeiro proceda da mesma forma como descrita acima. Depois, use um barbante com um chumaço de algodão amarrado em uma das pontas. Procure passar o barbante pelo tubo amarrando algum item pequeno, mas que tenha peso na ponta, ou deixe a água correr pelo tubo carregando o fio. Efetue a limpeza passando o barbante com o chumaço de algodão por dentro do tubo.
Para secar seu cantil, coloque-o de cabeça para baixo num escorredor (se for de garrafa e você estiver em casa) ou pendurado à sombra e em local ventilado, com a tampa aberta. Se o seu cantil for o Hidrat, procure descolar as duas faces de vez em quando. Lembramos que o cantil Hidrat é recomendado apenas para uso com água e não para outros tipos de bebida.
Algumas dicas podem ser úteis para o caso de emergências. Se você colocou uma bebida diferente em seu cantil (nunca no cantil Hidrat) e o gosto ficou impregnado, lave-o com água quente e sal. Se você está acampando por vários dias e não está com uma escova para fazer a limpeza adequada de seu cantil, você pode usar arroz! Isso mesmo, pode ser um paliativo para limpar qualquer tipo de cantil ou garrafa térmica. Basta colocar uma colher grande de arroz cru dentro do cantil, um pouco de água (só para umedecer) e agitar bem, de forma que ele percorra toda a superfície interna. Depois enxágüe com muita água corrente. Neste caso, só não use água quente porque senão vai virar uma papa…

domingo, 6 de janeiro de 2013

Alimentos liofilizados

O Processo de Liofilização ou freeze drying:

O processo envolve dois métodos confiáveis de conservação de produtos biológicos – congelamento e secagem - não utiliza conservantes ou produtos químicos e o controle de umidade é realizado por sublimação. Este processo, se comparado a outros meios de desidratação, mostra que preserva células, bem como frutas, vegetais, carnes, peixes e alimentos em geral.

Na liofilização, o produto é congelado abaixo de -30°C, e submetido a uma pressão muito baixa (alto vácuo), fazendo com que a água dos alimentos que foi transformada em gelo seja sublimada, ou seja, passará diretamente do estado sólido para o gasoso, resultando num produto final com estrutura porosa livre de umidade.

Os produtos liofilizados têm suas propriedades originais mantidas – forma, cor, aroma e sabor – e quando conservados adequadamente, mesmo à temperatura ambiente, resistem intactos por muitos anos. Desta forma, obtêm-se produtos da mais alta qualidade, de reconstituição instantânea e que possuem longa vida de prateleira, apesar de a legislação brasileira permitir dois anos de validade.

Outro efeito importante é a diminuição de peso e volume, além da possibilidade de manusear alimentos que, naturalmente, são perecíveis, sem necessidade de refrigeração, facilitando operações logísticas de armazenamento, transporte e distribuição.

                                   

Preparando fósforos impermeáveis

Image Hosted by ImageShack.us
 
Manter o equipamento livre da água é uma preocupação em qualquer situação de mata, seja esta de sobrevivência, acampamento, trekking… Assim sendo, trago para vocês uma forma de proteger uma das coisas mais importantes no seu kit de sobrevivência, seus fósforos.
Seguimos então com um pequeno tutorial ensinando como fazer e usar os seus fósforos impermeáveis!
Primeiro passo: Selecione o material necessário.
Image Hosted by ImageShack.us
Para essa demonstração usei um pires, uma caixa de fósforos e uma vela grande, tudo muito simples de encontrar em casa. (Desculpem pela péssima claridade da foto, é que aproveitei a falta de luz para fazer as fotos)
Segundo passo: Mergulhe os fósforos na cera derretida.
Image Hosted by ImageShack.us
Mergulhe e gire o fósforo afim de cobri-lo com a cera de ponta à ponta, verifique se nem uma parte ficou sem cobertura.
Image Hosted by ImageShack.us
 
Image Hosted by ImageShack.us
 
Fósforo recém “encerado” boiando em um copo d’água.
Image Hosted by ImageShack.us
 
Como usar seus fósforos impermeáveis:
Com a unha (ou uma faca) raspe a cabeça do fósforo, afim de retirar o excesso de cera. Lembre-se que a cera vai estragar a lixa caso não seja raspada.
Image Hosted by ImageShack.us
 
Image Hosted by ImageShack.us
 
Image Hosted by ImageShack.us
 

10 dicas para acampar no inverno

Feito de maneira correta, é possível montar uma barraca sob qualquer temperatura
1 – Frio e chuva são a pior combinação possível para um acampamento, portanto sempre consulte os boletins metereológicos do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais: (www.cptec.inpe.br) um ou no máximo dois dias antes de sair de casa.
2 – Prefira armar a barraca num local que receberá o sol da manhã. Isso vai ajudar a derreter o gelo ou o orvalho formado durante a noite, além de esquentar a tenda e consequentemente você. Também tente montar seu acampamento num terreno ligeiramente mais alto do que as redondezas.
3 – O sobreteto e o teto da barraca devem ter pequenos furos, chamados de respiros. Para evitar a condensação da água dentro da tenda e criar goteiras nas paredes, deixe esses orifícios abertos. Eles mandam a umidade embora e deixam o ambiente seco.
4 – Nunca durma com as mesmas roupas que você usou durante o dia. Elas estão úmidas e podem causar resfriamento e até mesmo hipotermia durante a noite. É aconselhável que você tenha peças apenas para dormir.
5 – Seu casaco de dormir precisa ser apropriado para o inverno e ter capuz para suportar baixas temperaturas. O enchimento é um item muito importante, que determina o grau de isolamento do equipamento. O ideal é que ele seja preenchido com fibras sintéticas. Evite dormir com colchões de ar, que resfriam muito rapidamente.
6 – Lembre-se: o saco de dormir não esquenta você, apenas o isola do ambiente externo. Se estiver com frio, coloque mais roupas e cobertores. E não se esqueça do isolamento térmico, que deve ser colocado diretamente sobre o solo.
7 – Nunca cubra a cabeça ao dormir. O ar da sua respiração vai condensar dentro do saco e deixá-lo úmido. Você deve proteger sua cabeça sim, mas para isso use o capuz do próprio saco ou um gorro.
8 – Antes de deitar, coloque as roupas que vai usar no dia seguinte embaixo do saco de dormir. Isso deixará quentinhas e você não vai gelar ao se vestir pela primeira manhã.
9 – Cozinhar ao frio pode demorar quase duas vezes mais que o normal. Por isso, mantenha as panelas sempre tampadas. Isso ajudará a segurar o calor lá dentro e diminuir um pouco o tempo de cozimento. Outra dica é ferver um pouco de água dentro das panelas para aquecê-la antes de começar a fazer a comida.
10 – Evite fazer fogueiras na mata, prefira os fogareiros portáteis. Existem várias opções de tamanho e preço.
Fonte: Welingtf Sites Uol
AVENTURE-SE!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Pedra do Moitão - Atílio Vivácqua - ES

Pedra do Moitão é o símbolo do município de Atílio Vivácqua, arrisco em afirmar que sería o ponto mais alto do município.



Localização do Município:



Latitude: -20° 54' 51''



Longitude: 41° 11' 54''

 Região: Localiza-se ao sul do estado do Espírito Santo (Mesorregião Sul Espírito Santense –Microrregião Cachoeiro de Itapemirim ) e limita-se ao norte com o município de Cachoeiro de Itapemirim, ao sul com Mimoso do Sul e Presidente Kennedy, a leste com Itapemirim e Cachoeiro de Itapemirim e a oeste com Mimoso do Sul e Muqui. 
 O município de Atílio Vivacqua é caracterizado por monumentos naturais de elevado valor cênico, com destaque para a Pedra do Moitãozinho com 735 metros de altitude e que fica, próximo a sede do município.

Agora que já conhecem um pouco desta cidade vamos aos registros fotográficos que fiz durante a subida até a Pedra do moitão no domingo dia 28/10/2012.
Vista da Pedra do Moitão do início da subida

Vista de Cachoeiro de Itapemirim
 
Vista de Atílio Vivácqua
 
 
Maicon, o expedicionário. rsrsrsrs
 

 
Então até a próxima expedição, espero que seja em breve.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Manutenção da sua barraca parte 02

Em casa:
  • Guarde-a em lugar seco e ventilado – e, de preferência, fora do saco. Nunca, em hipótese alguma, guarde sua barraca úmida ou suja. Caso você precise desmontá-la ainda suja ou úmida, limpe-a e seque-a assim que possível – poucos dias são suficientes para ela começar a estragar e mofar, além da resina impermeabilizante ser atacada. Procure mantê-la sempre longe da umidade.
  • Redobre a impermeabilização de sua barraca – sim, nós sabemos que todas as barracas da Trilhas & Rumos possuem costuras seladas de fábrica e uma impermeabilização bastante reforçada. Com a exposição ao sol e a chuvas, chegará um tempo em que será preciso reimpermeabilizar o sobreteto de sua barraca. Temos produtos em nossa linha para isso ou entregue-a aos cuidados de uma loja especializada – poderemos recomendar algumas através do email sac@trilhaserumos.com.br. Sua barraca durará ainda mais anos com este cuidado, oferecendo uma excelente performance mesmo sob forte chuva.
  • Aprendendo a montá-la – nunca saia para viajar sem ter antes montado sua barraca e conferir se o conteúdo está completo. Aprender no meio da natureza, quando o sol está se pondo ou, pior, debaixo de uma chuva, não é a melhor hora. Fora isso, montá-la errado pode danificá-la seriamente já no primeiro dia de uso, sem contar com a desagradável descoberta de que seu amigo pode não ter devolvido as estacas que pediu emprestado na temporada passada…
  • Limpando-a – Não a lave em máquina de lavar nem a seco. Para limpá-la, use apenas uma esponja e água morna. Se você for limpá-la inteira, lave-a em uma banheira ou um tanque grande cheio de água fria. Nunca use água quente, amaciantes, detergentes, sabão em pó ou qualquer tipo de removedor. Se você quiser ou precisar usar um sabão, use sempre um biodegradável, que não seja detergente. Seque-a apenas na sombra – pode ser montando-a em uma sombra (e verifique se, durante o dia, a sombra permanece em cima da barraca) ou pendurando-a no varal. Nunca use máquina de secar! Depois de uma lavagem ou limpeza, poderá ser preciso reimpermeabilizá-la. Não deixe para descobrir isso quando for usá-la de novo…
  • Mantenha os zíperes felizes – os zíperes devem ser mantidos limpos e longe de partículas que possam emperrá-los. Água limpa e uma escovinha são suficientes. Procure não usar lubrificantes a base de petróleo. Se eles emperram com facilidade ou não correm como deveriam, procure amaciá-los com silicone em pasta ou líquido ou mesmo com parafina. Se você acampou perto do mar, limpe os cursores do zíper antes que comecem a oxidar, pingando em seguida algumas gotas de silicone. Mas, ATENÇÃO: silicone de verdade é transparente e espesso. Não compre aqueles vendidos para lustrar painéis de carros, que são dissolvidos e ficam muito fluidos, pois os solventes, corantes e perfumes adicionados podem piorar as coisas.
  • Tome um cuidado especial com as varetas – procure limpá-las e secá-las sempre depois do uso. E guarde-as sempre dentro do saco delas – isso irá reduzir o risco de rasgos ou furos no náilon da barraca, quando você colocar tanto as varetas quanto as estacas dentro do saco da barraca. Lubrifique as luvas de encaixe das varetas para que não se oxidem e, principalmente, trate-as com delicadeza, evitando flexioná-las demais na montagem. A maior parte dos problemas com varetas ocorre por acidentes em que algo ou alguém cai sobre a barraca. Lembre-se que as varetas são unidas por um cordão elástico para que o conjunto fique sempre unido e não para puxá-lo na desmontagem, o que acaba rompendo esta ligação.
  • Mofo – além do cheiro ruim, se a sua barraca mofar, isto irá destrui-la. O mofo usa a sujeira como nutriente para crescer e se reproduzir. Pior, ele cresce entranhado no tecido da barraca, o que também prejudica a impermeabilização. Se ele começar a crescer, lave-a imediatamente com água limpa e fria. Depois, passe uma solução de 1 copo de suco de limão e 1 copo de sal para três litros de água quente. Use uma esponja para espalhá-lo principalmente nas áreas afetadas e deixe secar naturalmente, sem enxaguar, nunca usando a luz do sol diretamente. Verifique se há necessidade de reimpermeabilizar.
  • Rasgos e outros problemas similares – se você o viu em casa, procure consertá-lo o quanto antes. Se o vir ao usar a barraca, tenha certeza de ter alguns metros de Duct Tape com você, para fazer um reparo de emergência até que possa consertá-la de forma mais definitiva. Também temos, em nossa linha, os Reparos de Emergência para Náilon (Ref. 711), que poderá resolver provisoriamente o problema. Depois do conserto, reimpermeabilize a área.
  • Checando antes de sair de casa! – antes de fechar a mochila, tenha certeza de ter, mais uma vez, montado sua barraca e checado se todas as partes dela estão ali, inteiras, limpas e em ordem. Lembre-se que sua barraca será sua casa ao ar livre nos próximos dias. Cuide bem dela e tenha de volta proteção e conforto por muito mais tempo…
Fonte: www.trilhaserumos.com.br

Manutenção da sua barraca Parte 01

Ao ar livre:
  • Cuidado com os raios de sol! – apesar de serem feitas para uso ao ar livre, os raios ultravioletas são prejudiciais ao náilon e podem danificar rapidamente a sua barraca. O dano causado é proporcionalmente igual ao tempo de exposição ao sol e à altitude e, uma vez ocorrido, é irreparável. Por isso, procure deixá-la montada o menor tempo possível. Em um uso normal na montanha, é comum desmontarmos a barraca pela manhã, quando saímos para caminhar, e montarmos no fim do dia, quando paramos para dormir. Assim, nas piores horas do sol, ela está seguramente guardada em sua mochila, longe dos raios ultravioletas. Procure, sempre que possível, montá-la em lugares com sombras e, em hipótese alguma, deixe-a montada indefinidamente no jardim… Lembre-se que a garantia não cobre defeitos ocorridos pelo desgaste causado pelo tempo ou mau uso da barraca.
  • Use um pedaço de plástico para forrar o chão – estenda-o do lado de fora da barraca e compre-o exatamente do tamanho do fundo dela, para não sobrar e, assim, se tornar um perfeita piscina em caso de chuva. Isso irá protegê-la de furos e a deixará limpa por mais tempo…
  • Comida – procure não guardar comida dentro dela, pois alguns animais podem ser atraídos pelo cheiro e podem danificá-la para conseguir acessar sua comida.
  • Não a toque! – pode parecer um pouco exagerado, mas a gordura de sua pele é corrosiva e pode afetar a impermeabilização de sua barraca… Portanto, procure não tocar na parte interna, sempre que isso for possível.
  • Duct Tape ou Silver Tape – talvez esta seja a maior invenção do ser humano, desde a roda… Leve sempre um pedaço desta fita adesiva em suas caminhadas e viagens. Ela serve para consertar praticamente tudo!
  • Fixe-a bem – apesar de muitas das barracas da Trilhas & Rumos serem auto-portantes, nunca deixe de prendê-la no chão. E procure manter os cordeletes sempre com o mesmo tamanho. Isso irá protegê-la de estresse em determinadas partes, mais do que outras.
  • Procure não usar sapatos dentro dela – e conserve-a limpa por mais tempo…
  • Cuidado com o fogo! – nenhum náilon de barraca possui tratamento anti-fogo, apesar de algumas serem resistentes ao fogo, não permitindo que ele se propague, mas não impedindo que surjam buracos queimados no tecido. Não acenda fogareiros perto e muito menos dentro dela pois, além de prejudicial ao náilon, ele também pode roubar o oxigênio de dentro da barraca, sendo extremamente perigoso à sua vida. Jamais use velas ou lampiões dentro da barraca.
  • Um pouco de ventilação – cada pessoa perde cerca de um copo d’água por noite, entre respiração e transpiração. Para que você não acorde encharcado pela condensação de sua própria umidade no tecido da barraca, procure ventilá-la o máximo que puder. Se não estiver chovendo, esta tarefa se torna ainda mais fácil e você poderá deixar toda ou boa parte da porta aberta, apenas com o mosquiteiro fechado.

Cachoeira do Pedregulho (Furlan)







SERVIÇOS ÁREA DE LAZER FURLAN: > Lanchonete
> Bar (porções, bebidas, etc…)
> Restaurante com comida caseira no fogão a lenha (aos domingos)
> Área de Camping (agendado com antecedência)
> Rapel

COMO CHEGAR:
O acesso ao topo da cachoeira é pela comunidade da Bateia na propriedade da família Tomazini, que é detentora de titulo que classifica o café produzido na propriedade como um dos melhores cafés torrados e moídos do país . Alem disso a cachoeira tem um cenário que guarda resquícios do canal esculpido pelos escravos em uma extensão de pedra de 15 metros de cumprimento por 3 metros de profundidade, usado para extrair prata, ouro e pedras preciosas do rio.
Como chegar: Basta seguir pela estrada Castelo X Vargem Alta, chegando no 18km na comunidade de Patrimônio do Ouro,toma-se à esquerda em direção a Pedregulho (existem placas sinalizando o trajeto), são apenas mais 1,5 km até chegar a Cachoeira.
 
Contato: Furlan (28) 9975 – 7900
Powered By Blogger